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Nudez, fragilidade, vulnerabilidade, deveriam causar-nos tristeza, pena, ou ao menos compaixão. Especialmente quando não falamos de corpos, mas sim da nudez do pensamento. O mais íntimo que temos, o que realmente nos faz indivíduos.

A barriga.  

No centro deste saco de desejos e sonhos que somos, onde digerimos, onde gestamos, todos temos uma mesma cicatriz.
Gelatina de prata sobre papel de algodão. 65 x 170 cm.

La Por (Medo) Meu sobrinho Lucas, eu e meu tio Luiz Simoes

Platinotipia sobre papel de algodão. 70 x 160 cm.

Three self-portraits for my concrete head (Três autorretratos para minha cabeça concreta)
Autorretratos em gelatina de prata sobre esculturas de concreto com meus óculos das últimas décadas e acrílica sobre madeira. 40 x 90 x 25 cm.

Three pairs of chairs (Três pares de cadeiras)
Gelatina de prata sobre papel de algodão e gelatina de prata sobre acrílico transparente superpostas. 50 x 55 x 5 cm.

Nudes and Vunerable (Nus e Vulneráveis)
Gelatina de prata sobre vidro de mini televisores em acrílica sobre madeira. 60 x 20 x 8 cm.

Sem pé nem cabeça

Impressão de tinta pigmentada e verniz acrílico sobre tela. 135 x 170 cm.

No body.jpg

No body (Sem corpo)

Gelatina de prata sobre papel de algodão em banheira. 70 x 170 x 13 cm.

A Roupa

Gelatina de prata sobre papel de algodão em moldura de barras de ferro oxidado. 105 x 180 cm.

De un polvo vienes y al polvo volverás (Do coito vens e ao pó retornarás)
Terracota,  pó metálico, impressão de tinta pigmentada e verniz acrílico, sobre tela. 102 x 197 cm.

Work in progress

Paradigma
Três projetores antigos, unidade de controle digital, software, som e nove slides em preto e branco.

IMG_3541.jpg

Luiz Simoes

contemporary artist
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